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Por quais transformações a humanidade passou e vem passando, ocasionando novas estruturas e novos comportamentos que, muitas vezes, nos deixam perplexos

QUESTIONAMENTOS EDUCACIONAIS
E PERSPECTIVAS
Quando criança, em situações de medo, dor ou desespero, tudo o que eu mais queria era sentir o terno abraço de minha mãe e o segurar firme da mão de meu pai. Este amparo fornecia-me a segurança que precisava para caminhar e conduzia-me por onde eu devia seguir.
1. Pessoas sem limites?

Nas festas infantis, nos encontros familiares, nos programas de TV e até mesmo nas colunas
dos jornais, há um tema recorrente que alimenta as conversas informais e até mesmo inspira teóricos a grandes reflexões: os jovens estão cada vez mais sem limites. Pais e educadores sentem-se impotentes perante tantos acontecimentos do cotidiano. E então é comum nos perguntarmos: o que está acontecendo? Quais transformações sociais desencadearam as novas estruturas e novos comportamentos? Que modelo de homem e de mulher é este que se delineia? Em meio a tantas perguntas temos a certeza de que as relações sociais vão se configurando, influenciando e sendo influenciadas pelo novo contexto sócio-político-econômico mundial.
2. Mudanças significativas nas pessoas

2.1 Infância, puberdade e adolescência. Quando refletimos a respeito dessas inúmeras
mudanças, não há como não iniciarmos pela adolescência. Por ser esse um momento de grande vulnerabilidade e de fragilidade percebe-se que estas transformações os atingem de forma mais impactante. Até os anos 70, observávamos o fenômeno da puberdade antecedendo o fenômeno psicológico e social. Nos anos 80, esses eram percebidos concomitantemente. Na década de 90, foi possível observar a adolescência antes mesmo da puberdade. 2.2 Infância roubada. Podemos dizer então que, neste atual panorama, as crianças pós- modernas vivem uma usurpação da infância. Elas são expostas aos apelos da mídia que as levam a protagonizar papéis sociais precoces para sua tenra idade. Sutilmente os meios de comunicação ditam normas, regras e estabelecem padrões de consumo e de comportamento. E nós corroboramos para que este padrão se estabeleça a partir do momento que naturalizamos estas práticas e banalizamos valores outrora estruturantes. Ao abarrotarmos as nécessaire (e rostos) infantis com maquiagem, ao incentivarmos (e nos realizarmos nos pequenos ingênuos) a participarem de concursos de beleza, ao vestirmos nossas crianças como adultos em miniatura, contribuímos para que a infância esteja cada vez mais afastada das crianças. 2.3 Solução perigosa. Não bastasse todo este cenário elas também fazem parte de um mundo da medicalização. Para quase tudo a farmacologia encontrou uma solução. Se estão tristes, Prozac, se alegres demais, inibidor, e se sentem gordinhas, sibutramina. Se o problema girar ao redor de um corpo que não se aceita, as clínicas de cirurgia aceitam até consórcio. Para aqueles agitados, não se preocupem, o Metilfenidato é a solução. E qual seria a prescrição médica para a falta de atenção dos pais sobre seus filhos? Esses jovens andam de um lugar para o outro tentando conquistar a atenção parental, o olhar de um mundo adulto que os contenha e que lhes dê o verdadeiro significado estruturante para sua identidade. A atenção de uma criança configura-se no olhar do(a) cuidador(a) e este é capaz de sustentar e de estruturar esta atenção em seu aparelho psíquico. No corre-corre ou na ausência, é possível que isso não se estabeleça. 2.4 Adultos infantis, adultos adolescentes Além da adolescência invadir o mundo infantil, ela também adentra o universo adulto. Já encontramos até mesmo a expressão adultescentes ou kidsadults. Esses abrem mão de todas as responsabilidades e prerrogativas do mundo adulto para viverem eternamente sua juventude. Muitos ainda vivem com seus pais, outros exigem mesadas e facilmente poderiam ser confundidos com seus próprios filhos devido ao seu lifestalyst. Assim muitas famílias pós-modernas são compostas só por adolescentes. Se faltam adultos, como crianças e adolescentes poderão desenvolver sua identidade? Afinal ela também é gerada na relação de identificação com o outro. A falta desta condição pode gerar alta impulsividade, baixa tolerância à frustração e o tédio. Esse último prepara o jovem para a violência e a agressão. Se não se sabe o que fazer, faz-se o que não deve.
3. Armadilhas para os jovens.

Se a família está perdida, o que o jovem encontrará? Muitas vezes a violência e as drogas.
Elas estão estampadas nas manchetes de jornais, nos programas de TV e na dor de muitas famílias, mas sobretudo no dia-a-dia das ruas, dos grupos de colegas, das gangs. A violência provocada pelo vazio, pela falta do não, do olhar, pela dor do reconhecimento. Vulneráveis e despreparados vão em busca de seu espaço no entorpecimento das drogas. Drogas que acalmam a dor de uma vida sem significados ou que dão coragem a um jovem que clama por um espaço de escuta dentro de sua família. Quem está perdido? Os jovens ou as famílias? Eles são o fiel e triste retrato do despreparo e desespero de famílias que, muitas vezes, nascem já com prazo de validade vencido. Existiria uma receita para enfrentarmos o turbulento movimento tectônico familiar?
4. Uma proposta educativa sábia.

São João Batista de La Salle (1951-171), sacerdote, teólogo e fundador do Instituto dos
Irmãos das Escolas Cristãs, também conhecidos como Lassalistas, com sua sabedoria inspiradora e sua pedagogia de vida, nos indica uma direção e sua orientação, escrita e vivida em começos do século XVIII, aponta-nos um caminho para a reflexão e práxis educativa realmente humanizadora e cidadã: equilibrar na relação educador e educando ternura de mãe e firmeza de pai e nas relações dos educandos a solidariedade e a fraternidade segundo o Mandamento Novo de Jesus, o amor fraterno. A Escola, por seu compromisso de assessoria educativa à família, à sociedade e ao Estado, deve estar voltada para a humanização das relações pessoais e interpessoais. Quem se encontra perdido em suas ações necessita de um olhar que os sustente, daquela mão que o direcione e daquele abraço que aconchega e ao mesmo tempo delimita. A escola, além de transmitir os conhecimentos sistematizados ao longo da história, tem recriado e assumido espaços para a maternagem-paternagem familiar. É sabido que há várias correntes pedagógicas que propugnam por deixar o processo educativo para a família limitando, portanto, a escola à sua função de ensino. A educação humanizadora vê e lida com o ser humano em sua integralidade, como um ser pessoal único, em suas relações vitais e formativas consigo mesmo, com os outros, com a natureza e com Deus. Não há como fugir da missão de educar gente, educar, pessoa, educar cidadão(a) para si mesmas, para a comunidade e a sociedade e para o mundo, o planeta terra e todo o universo. La Salle lançou um olhar crítico sobre os problemas de sua época: se incomodou, não acomodou. Projetou algo audacioso e acreditou em seu ideal. Sua fé o fez caminhar em direção a uma certeza cristã: o Plano de Amor do Pai sobre cada ser humano e sobre o mundo. E ele conseguiu estabelecer, depois de experimentado na prática, um sistema educativo escolar que perdura e continua cumprindo sua missão até hoje. Se ele estivesse entre nós, qual seria seu próximo passo? Por onde caminharia, quais seriam suas inquietações? Quem seria alvo de sua atenção? Lançaria mão de quais atitudes? Promoveria quais atividades? Envolveria quem? Pertencentes às Escolas e famílias Lassalistas, como professores, funcionários, famílias, alunos, sentimos necessidade de conhecer mais de perto as sábias propostas de São João Batista de La Salle para juntos, realizarmos um serviço fundamentado, integrado, carregado de competência e dedicação. Mas, também, necessitamos nos interrogar insistentemente sobre as grandes questões que envolvem o desenvolvimento das pessoas hoje, das sociedades e do mundo e sobre posicionamentos a assumir pessoal e coletivamente. Inspirados pela trajetória de La Salle, envolvidos pela sua experiência vivificadora e alimentados por seus escritos, poderemos abrir espaços reflexivos e operativos dentro de nós (acima de tudo) e dentro da escola, a fim de caminharmos na direção de algumas respostas que as novas circunstâncias apresentam. Obteremos todas? Levantaremos outras dúvidas? Não sabemos. Há algumas certezas que devem nos orientar: a nossa formação continuada como pais e educadores como parceiros no serviço às crianças e jovens; a alimentação da mística educativa do amor que educa por meio da ternura, do mover corações, da fraternidade que marca histórias de vida; a busca do equilíbrio entre rigor acadêmico, valores, amizade, cidadania. La Salle nos coloca o paradigma dos educadores: Jesus Cristo. E ele, segundo o evangelho de São Lucas, ordena a seus discípulos que avancem para águas mais profundas. Isso significa estudo, união, busca de caminhos novos, ousadia, Esta é a nossa missão: somos chamados a sermos pescadores de homens, pescadores de jovens, pescadores de sonhos. O que nos interessa como educadores lassalistas é ajudar os educandos a assumirem a maravilhosa aventura de ser gente, segundo os valores do Evangelho, no mundo contemporâneo. Coordenadora Geral Colégio La Salle Brasília DF

Source: http://www.lasalle.edu.br/public/uploads/publications/brasilia/30a455ac4ee2fbf6edf535f72dab3141.pdf

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